Reforma Gerencial do Estado
|
|
|
O Público Não-Estatal na Reforma do Estado (Coletânea)
|
| Luiz Carlos Bresser-Pereira and Nuria Cunill Grau |
| Editora Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 1999. |
| . |
|
Available at Editora FGV and at Livraria Cultura
Sumário
Prólogo
Parte I &mdash Introdução
1. Entre o Estado e o mercado: o público não-estatal
Luiz Carlos Bresser-Pereira e Nuria Cunill Grau
Parte II &mdash A produção de serviços sociais através de organizações públicas não-estatais
2. Provisão de serviços sociais através de organizações públicas não-estatais: aspectos gerais
Carlos Antonio Morales
3. As ONGs e a prestação de serviços sociais na América Latina: o aprendizado começou
Juan Carlos Navarro
4. As organizações sociais na reforma do Estado brasileiro
Maria Inês Barreto
5. Autogestão social de obras e serviços públicos locais &ndash o "público não-estatal" a partir de um estudo de caso na cidade de Córdoba, Argentina
Gustavo Zilocchi
6. Políticas sociais e justiça comunitária &ndash ações de interesse público, a partir da sociedade civil no Chile
Sebastián Cox Urrejola
Parte III &mdash Controle social
7. Cidadania e controle social
Liszt Vieira
8. A observadoria cidadã na Colômbia &ndash em busca de novas relações entre o Estado e a sociedade civil
Fabio E. Velásquez
9. Democracia e controle social de fundos públicos &ndash o caso do "orçamento participativo" de Porto Alegre (Brasil)
Zander Navarro
10. O controle social nas organizações sociais no Brasil
Marianne Nassuno
11. Poder Cidadão e ações de interesse público &ndash um exemplo de controle a partir da sociedade civil: o programa de participação e fiscalização cidadã na Argentina
Beatriz Kohen
12. Controle social e controle de resultados &ndash um balanço dos argumentos e da experiência recente
Evelyn Levy
Parte IV &mdash Desafios prospectivos
13. Redistribuição de direitos e responsabilidades &ndash cidadania e capital social
Charles A. Reilly
14. Limites atuais do potencial democratizador da esfera pública não-estatal
Edgardo Lander
Prólogo
A reforma do Estado, processo reclamado por múltiplos setores, tem também múltiplas conotações. Entretanto, paulatinamente, alcançam-se alguns consensos básicos. Um é que, nas novas condições históricas, o Estado necessita renovar sua própria institucionalidade para poder servir melhor ao deslanche da sociedade e, em última instância, ao desenvolvimento sócio-econômico. Outro consenso básico é que, para tais fins, é preciso não só que o aparato do Estado se torne realmente público, mas também que o espaço do público não se esgote no estatal.
|
|
|
|
|