The Political Construction of Brazil

2017. An encompassing analysis of Brazil’s society, economy and politics since the Independence. A national-dependent interpretation. Three historical cycles of the relation state-society: State and Territorial Integration Cycle (1822-1929), Nation and Development Cycle (1930-1977) and Democracy and Social Justice Cycle (1977-2010). Crisis since then. (Book: Lynne Rienner Publishers)

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Macroeconomia Desenvolvimentista

2016. With José Luis Oreiro e Nelson Marconi. Our more complete analysis of Developmental Macroeconomics – the central economic theory within New Developmentalism. (book)

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Tecnoburocracia e Contestação

Luiz Carlos Bresser-Pereira

Petrópolis: Editora Vozes, 1972. Livro constituído de três ensaios: "A Emergência da Tecnoburocracia", escrito em 1971 "A Revolução Estudantil", escrito em l968, e "A Revolução Política na Igreja", escrito em 1969. O primeiro ensaio foi publicado em espanhol: Ideologia y Tecnoburocracia. Buenos Aires: Editorial Paidos, 1975. O segundo e o terceiro ensaios foram depois republicados em As Revoluções Utópicas (1979).

Depois da análise geral da sociedade e da economia brasileira entre 1930 e 1970, que realizou em Desenvolvimento e Crise no Brasil, Bresser Pereira surge agora com uma análise ainda mais ambiciosa e abrangente em Tecnoburocracia e Contestação. O tema não mais se limita ao Brasil. O autor está interessado em algumas das transformações mais significativas por que vem passando a estrutura do poder nas sociedades industriais modernas.

Na primeira parte do livro o autor faz a análise da emergência da tecnoburocracia. Ao invés do socialismo é o sistema tecnoburocrático que vai aos poucos substituindo o sistema capitalista. A técnica transforma-se no principal elemento configurador das sociedades industriais modernas e regimes tecnoburocráticos surgem através de revoluções comunistas, de revoluções militares nos países subdesenvolvidos e da revolução dos gerentes nos países desenvolvidos. Esta primeira parte termina com uma análise e uma crítica às vezes amarga da ideologia tecnoburocrática e do processo de alienação ao qual o homem está sendo submetido nas sociedades tecnoburocráticas.
No último capítulo da primeira parte o autor examina o surgimento de uma contestação radical, de uma contracultura, que pretende negar a cultura racionalista e eficientista vigente. Este capítulo constitui também uma introdução à segunda parte do livro, onde é realizada uma ampla análise das características e das causas históricas da mais importante das manifestações de contestação do nosso tempo: a revolução estudantil.

Finalmente, a terceira parte é uma análise da revolução política na Igreja católica. Vemos nesta parte do livro como a Igreja vai deixando de fazer parte ou de se constituir em ponto de apoio à ordem estabelecida, para ir se transformando também em um elemento de crítica e contestação a essa mesma ordem. (contra capa)

Prefácio

Sumário

PARTE I - EMERGÊNCIA DA TECNOBUROCRACIA
I. As Etapas da História: Uma Critica
II. Técnica, o Novo Fator Estratégico
III. Revoluções Comunistas
IV. Revoluções Militares
V. Tecnoburocracia e Capitalismo
VI. Técnicos e Tecnoburocracia
VII. A Ideologia Tecnoburocrática
VIII. Da Tecnoburocracia à Revolução

PARTE II - A REVOLUÇÃO ESTUDANTIL
I. A Revolução do Nosso Tempo
II. Os Ex-Revolucionários e os Novos Revolucionários
III. As Causas Superficiais
IV. As Condições da Revolta Estudantil
V. As Causas Históricas
VI. A Ideologia Revolucionária
VII. Revolta ou Revolução
VIII. Conclusão e Resumo

PARTE III - A REVOLUÇÃO NA IGREJA
I. Os Sintomas da Revolução
II. A Igreja no Poder
III. A Reconciliação com o Mundo Moderno
IV. A Revolução de João XXIII
V. Condições da Revolução
VI. As causas da Revolução
VII. Conclusão


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