The Political Construction of Brazil

2017. An encompassing analysis of Brazil’s society, economy and politics since the Independence. A national-dependent interpretation. Three historical cycles of the relation state-society: State and Territorial Integration Cycle (1822-1929), Nation and Development Cycle (1930-1977) and Democracy and Social Justice Cycle (1977-2010). Crisis since then. (Book: Lynne Rienner Publishers)

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Macroeconomia Desenvolvimentista

2016. With José Luis Oreiro e Nelson Marconi. Our more complete analysis of Developmental Macroeconomics – the central economic theory within New Developmentalism. (book)

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O pior foi o Supremo

Luiz Carlos Bresser-Pereira

Nota no facebook, 26.12.2016.

Fernando Limongi, professor de ciência política, escreve hoje no Valor uma excelente e indignada coluna sobre o ano de 2016, no qual “a elite brasileira se esmerou em tomar as piores decisões possíveis”. Executivo, Legislativo, PSDB, PT - todos agiram de forma irresponsável. Mas Limongi está especialmente indignado como o Supremo Tribunal Federal, que não assumiu da maneira devida suas responsabilidades face à crise. Para ele, “o prêmio maior, contudo, talvez deva ser reservado ao Supremo Tribunal Federal. A crise atual poderia ter outro encaminhamento se a Alta Corte tivesse assumido seu papel… Cunha e Moro se aproveitaram desta paralisia e, basicamente, passaram a usar o clamor do povo para agir livremente. Cunha fez questão de declarar que pôs em marcha o processo de impeachment para salvar seu pescoço. Moro expediu um sem número de sentenças, fez acordos livrando uns e outros da cadeia, enquanto a força-tarefa definia quem era o chefe mor da quadrilha. Moro pode ainda tornar públicas gravações ilegais da presidente da República para salvar sua operação”. Nesta frase eu poria, apenas, aspas no “chefe mor da quadrilha” – acho que é o que Limongi quis dizer.
Vale a pena ler o artigo inteiro.
 


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